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"Filled with fruit and earth. Rich with Port-like tastes. Classy." |
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"Spicy aroma and toasty, milk chocolate flavours. Supple and smooth,
with plum pudding and dark cherry notes emerging on the finish. Needs
some time to settle out. Best after 2004." |
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"Quinta de Roriz is one of the most historically significant
port-producing quintas or estates in the Douro Valley... a stylish very
dry wine with plenty of dried red and black fruit flavors, especially
black cherries. It has a refreshing tartness and lots of silky tannins
give it a sensuous texture." |
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"A country wine of the Douro, has all the schisty tannin and ripe red
cherry fruit the region has to offer, gathered into a lean, smoky red.
Serve with a steak grilled rare." |
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"The second label of Quinta de Roriz, from the lighter 2002 vintage,
is a wine for early drinking. It has fresh red fruits, soft tannins and
good balancing acidity. The word "prazo" meaning "lease", was the name
given to the quinta in the 18th century." |
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"The Prazo de Roriz 2002, from Portugal’s Douro region, where grapes
for Port are grown, starts out rustic and chunky but immediately segues
to lovely. Imagine lavender and violets, black currants and plums,
bitter chocolate and minerals all ground by some magical mortar and
pestle and then liquefied in a velvety texture. A perfect cook-out
wine." |
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"Provado em 2004. Trata-se de um lote de cinco castas. Muito bem no
aroma, com as notas da madeira a darem um toque exótico à fruta que se
pressente, tudo forrado em cetim. Mediano de corpo, mas bastante afinado
e com taninos amaciados, é um tinto para beber já, uma vez que é de
mediana estrutura." |
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"Algo fechado no aroma, boas notas de flores e fruto silvestre. Na boca
não muda, equilibrado, suave e casado, mas faltando alguma garra ao
conjunto elegante e equilibrado." |
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"O Prazo de Roriz 2002 é melhor do que algumas primeiras marcas do Douro
e convém olhá-lo com respeito, sem desconfiar do seu atractivo preço que,
sem ser barato, está fora das cifras astronómicas de alguns dos seus
colegas. Nota de prova: tinto de perfil feminino, isto é, elegante e
afinado, sem mostrar a potência e a estrutura típica dos novos vinhos do
Douro. Madeira muito bem integrada, sem excesso de protagonismo, num
conjunto equilibrado e que convida a consumi-lo já. Na boca, resulta
macio, mantendo o carácter." |
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"Nariz directo nas sensações frescas a amora. Componentes vegetais
avivam o perfil enquanto aromas a torrefacção e carvalho conferem
estrutura ao fruto. Na boca sente-se a suavidade de uma estrutura leve.
Os sabores simples a madeira e vegetal, frescos, têm persistência
moderada. É um vinho que sabe bem desde o primeiro copo, vocacionado
para almoços leves, seguindo o perfil de colheitas anteriores." |
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"Trata-se de um vinho para consumir desde já, pois a sua juventude é um
trunfo." |
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"Boa cor para o seu estado actual, com uma fruta de qualidade e notas
de alguma evolução, sem a tenacidade
dos mais jovens, mas com finura e elegância. Na boca guia-se pelo mesmo
discurso, sempre elegante, com a
persistência balsâmica, fruto seco e confitado. Demonstra bela evolução
em garrafa, com final algo mais
breve, mas sempre com afirmação do seu carácter. Consumo: 2007-2010" |
2001/2002 foi caracterizado por um Inverno excepcionalmente seco, a que se seguiu um Verão seco e suave. As grandes flutuações da temperatura durante os meses de Inverno ocasionaram o abrolhamento mais tarde do que o normal (em meados de Março) e a floração só se deu em meados de Maio, produzindo boas uvas. As uvas beneficiaram de alguma chuva esporádica e especialmente da chuva que caiu em 24 e 25 de Agosto, mesmo antes da vindima. A vindima manual decorreu entre 11 e 18 de Setembro.
Origem das uvas
Exclusivamente provenientes da Quinta de Roriz, de parcelas de videiras de 5 e 10 anos de idade, seleccionadas para o efeito, com base nos estudos de maturação realizados.
Castas
| Castas | % |
| Tinta Roriz | 45% |
| Touriga Franca | 35% |
| Tinta Barrroca | 10% |
| Touriga Nacional | 10% |
Vinificação
Decorreu no moderno centro de vinificação da Família Symington na Quinta do Sol; rigorosa selecção manual das uvas em tapete de escolha (triage); inoculação com levedura seleccionada; fermentação em cubas de aço inox (20.000 lts), com maceração por remontagem e temperatura controlada (26 a 27ºC).
Envelhecimento
9 meses em cascos de segundo ano de carvalho francês e americano de 400 lts.
Tanoarias - Tonnellerie du Sud-Ouest, Tonnellerie Demptos.
Colagem
Colagem de afinação com clara de ovo.
Engarrafamento
Julho 2003
Produção total
3,029 caixas de 2x6/75cl
Consumo
Imediato, embora possa beneficiar seguramente de algum tempo mais de estágio em garrafa; deve ser decantado e arejado previamente e ser servido a uma temperatura a rondar os 17ºC.
Especificações técnicas
Álcool (% vol.): 12,77
Acidez volátil (g/l em ác. acético): 0,52
Acidez total (g/l em ácido tartárico): 5,10
pH: 3,64
Enólogos responsáveis
Charles Symington e Pedro Correia
Porto, Portugal
Setembro 2003